Showing posts with label Portugal NeoNazi. Show all posts
Showing posts with label Portugal NeoNazi. Show all posts

Sunday, April 12, 2009

Me Explica, Vai

Não percebo muito bem porque é que as séries e "documentários" sobre o vosso senhor Jota Cê passam nos canais generalistas e no canal História e não no Sci-Fi Channel...

Friday, April 10, 2009

Pregos

Depois de anos de busca, a saltar do bitoque para a picanha e passando pelo lombo de porco, cheguei finalmente ao nirvana no que à alimentação da sexta-feira santa diz respeito: pregos o dia todo que é para não me esquecer que a culpa é nossa de termos crucificado o marmanjo e, inadvertidamente, termos dado azo à formação da mais nefasta organização da história da Humanidade (bem, talvez ex-aequo com o FCP). Com mostarda, naturalmente.

Friday, December 19, 2008

Peço Justiça !

Não acham que quer em eventos desportivos/culturais, quer nos aeroportos, os homossexuais deveriam ter o direito de ser revistados por pessoas de sexo diferente? Pois é, ou isso ou eu quero ser apalpado por gajas. Já diz o ditado: "ou há justiça ou gozam todos!".

Tuesday, March 18, 2008

Portugal NeoNazi VII

A saga da privação das liberdades individuais continua. O Estado Português pensa que pode fazer de ama-seca e decidir o que é melhor para cada um de nós. Pensa que é legítimo legislar sobre comportamentos e que tem o dever de proteger os seus cidadãos de coisas que ele (Estado) decide que são nocivas e perniciosas. Já não falta muito para andarem aí a queimar livros subversivos, a prender bloggers inimigos do estado e a deportar os perigosos terroristas dos piercings.

Tudo isto vem a propósito do novo projecto-lei do PS que pretende proibir “piercings na língua, na boca e na proximidade de vasos sanguíneos, de nervos e de músculos, o que inclui, por exemplo, os órgãos genitais”. Como se isto não fosse suficientemente hilariante, o iluminado autor da proposta acrescenta “quem tiver menos de 18 anos não vai poder colocar piercings, tatuagens e maquilhagem permanente mesmo que os pais autorizem.”

E o povo é sereno. Estes ataques sistemáticos às minorias, estes atentados ao bom senso, acontecem sem ondas de maior. Mesmo quando há vagalhões do tamanho da manifestação dos professores parece não fazer a mínima diferença, o autismo do poder não quer saber. Para quê? A maioria vota sempre como sempre votou, como se os partidos fossem os clubes de futebol do coração. A maioria confunde gostos pessoais com direitos individuais. A maioria nem sabe o que um piercing é.

Mas nós, os diferenciados opinadores de alguidar, sabemos. E já vimos este filme. E lembramo-nos da História. E sentimos que lá por a filha adolescente de um(a) Senhor(a) Deputado(a) ter aparecido em casa de c**a furada, que isso não é razão suficiente, nem legítima, para nos dizerem o que podemos ou não podemos furar. Onde, como, quando e sempre que assim o desejarmos.

Monday, February 4, 2008

Perigo de Estupidificação

Dedicado a todos aqueles que ainda não compreenderam que a massificação da estupidificação é biliões de vezes mais nociva que o fumo passivo. E já agora aos vegetarianos. Porque sim, porque me enervam quase tanto como os religiosos.

Tuesday, January 22, 2008

Portugal NeoNazi V - O Fumo Passivo, os Gambozinos e a Carochinha


Cartazes publicitários anti tabaco da Alemanha do Terceiro Reich

Uma Mentira Repetida Mil Vezes Torna-se Verdade” – Joseph Goebbels, Ministro do “Esclarecimento” Público e da Propaganda Alemão (1933-1945)


Nas últimas décadas generalizou-se a ideia de que fumar é das piores coisas que se podem fazer à saúde. Os “especialistas” concordam. Os anti-tabagistas esfregam as mãos de contentes e o povo é sereno, encolhe os ombros e arrepia caminho.

O problema é que eu sou do tempo em que o leite artificial era melhor do que o leite materno, que a masturbação causava cegueira, que a homossexualidade era uma doença, que era melhor pôr os recém-nascidos de barriga para baixo nos berços e que a marijuana transformava pessoas normais em loucos homicidas. Todos os “especialistas” concordavam.

Há 30 anos ninguém falava de “nutrição” ou ”calorias” . Em vez disso tínhamos uma coisa chamada “comida” que, comprovadamente, funcionava bastante bem desde há dezenas de milhares de anos.

Nesse tempo em que os comunistas comiam os seus próprios filhos, em que estávamos a beira de uma idade glaciar com o catastrófico arrefecimento global e em que as calças boca-de-sino eram a peça de vestuário mais cool jamais inventada, fui ensinado a pensar por mim próprio.

Sou um produto da velha Europa, sábia, madura, laica, liberal e, verdade seja dita, cínica e com laivos de superioridade. E com todo o gosto. Procuro prazeres sem complexos de culpa de raiz judaico-cristã, sou razoavelmente moderado, extremamente liberal e céptico até à medula. Comparado com a maioria dos portugueses tenho uma extensa formação científica e não papo grupos, não vou em modas, não entro em histerias hipocondríacas das massas.

O cerne da questão, e a única coisa que é verdadeiramente pertinente em todo este debate, é o seguinte: É o “fumo passivo” prejudicial à saúde ou não? E a espantosa resposta, para muitos inacreditável e, para muitos mais ainda, inaceitável, é um rotundo NÃO!

Pessoalmente, não tenho quaisquer dúvidas que o “fumo passivo”, tal como experienciado por qualquer um de nós, na vida real, não faz mal a ninguém.

Para que conste, não tenho qualquer ligação à indústria do tabaco, não sou accionista da Tabaqueira, não tenho pretensões de evangelizar ou converter ninguém e não peço que acreditem nisto só “porque sim”. Peço é que não me encham mais a cabeça, que não falem do que não sabem só porque o fumo do cigarro alheio vos “incomoda”. Façam a vossa própria pesquisa, a vossa investigação, falem com médicos amigos off the record e pensem no assunto seriamente de forma desapaixonada e pragmática. Depois sim, poderemos conversar. Podem ler a maioria dos artigos científicos publicados sobre o assunto a partir daqui.

De forma extraordinariamente resumida posso dizer-vos que dos 147 estudos que conheço que versam o assunto do “fumo passivo” apenas 24 concluíram que existia um “aumento do risco” para a saúde dos não fumadores. Estes estudos apresentam números tão baixos e tão pouco fidedignos, que são estatisticamente insignificantes.

Os dois maiores e mais credíveis trabalhos científicos feitos até hoje são o da Organização Mundial de Saúde (OMS) na Europa, que cobre um período de 10 anos (publicado em 1998) e o dos Professores Enstrom e Kabat, na Califórnia, que usou dados referentes a um intervalo de 40 anos e que foi publicado pelo British Medical Journal em 2003. Ambos falharam em demonstrar qualquer perigo real do “fumo passivo”. A OMS admitiu que os resultados não tinham significado estatístico e tentou fazer “desaparecer” o estudo, deixando de falar sobre o assunto. Enstrom e Kabat concluíram que apesar de não poderem dizer que o “fumo passivo” era absolutamente seguro, o risco era, essencialmente, demasiado pequeno para poder ser quantificado.

Mesmo que não tenham motivação, tempo, paciência ou conhecimentos de base para andar a ler artigos científicos, pensem no seguinte: se um fumador inveterado demora décadas a desenvolver doenças relacionadas com o consumo de tabaco, não acham que um não fumador teria de viver centenas ou milhares de anos para que o mesmo lhe sucedesse? E onde é que esconderam os corpos? Onde estão as certidões de óbito a dizer que a causa de morte foi o “fumo passivo”?

No clima antitabágico dominante do tempo presente, não é politicamente correcto, não é socialmente aceitável e não cai nada bem defender este meu ponto de vista, mas a verdade é que o “fumo passivo” está para as doenças dos não fumadores assim como as armas de destruição maciça estavam para o Iraque de Saddam.

PS: A big “thank you” to Joe Jackson

Portugal NeoNazi IV - Perguntas Para Quê ? São Artistas Portugueses !

Porque é que se pode fumar nas prisões, hospitais psiquiátricos, centros de reabilitação da toxicodependência e alcoolismo, casinos e discotecas e eu não posso fumar no restaurante onde vou diariamente?

Se a nicotina é tão nociva para a saúde porque é que o lobby médico-farmacêutico anda tão ansioso em vender-nos pensos, pastilhas, inaladores, gotas e comprimidos da substância referida?

Porque é que a lei tem em conta superfícies (áreas) e não volumes? O fumo não é uma entidade tridimensional? Não há uma única pessoa com formação científica entre os legisladores deste país?

Se o Estado Português está tão preocupado com a saúde dos seus cidadãos porque não financia a fundo perdido a instalação de extractores de fumo em todos os locais que assim o desejem?

Se o Estado Português acha que o tabaco é tão mau, mas tão mau para a saúde que merece tratamento de excepção a todos os níveis, nomeadamente de impostos, publicidade, avisos ao consumidor e agora também (com esta lei mentecapta, moralmente corrupta e cientificamente vazia) locais de consumo, porque não o ilegaliza de todo? Como a cocaína, a heroína e a mousse Alsa de morango?

É tal a histeria cega que nem um simples autocolante foram capazes de desenhar em condições. Usam o vermelho, universalmente associado a uma proibição, e o dizer “Não Fumadores”. Quer isto dizer que os não fumadores estão proibidos de entrar? E não é inconstitucional discriminar as pessoas desta forma? Gostava de ver autocolantes deste género a dizer “Pretos”, “Não Ciganos”, ”Lagartos”, ”Não Canhotos”, ”Crianças Deficientes”, ”Não Homossexuais”. Gostava mesmo de ver quanto tempo decorreria até entrarmos em guerra civil.

Mesmo banindo o tabaco dos espaços públicos e semipúblicos, se o Estado Português acredita no mito de que “fumo passivo” é prejudicial à saúde, porque é que permite que mais de 2 milhões de nós assassinem lentamente as pessoas, animais de estimação e as plantas que amamos? Mais uma vez pergunto: porque não declara o tabaco ilegal?

Depois de tantos anos de ditadura do Estado Novo e de exemplos reconhecidamente desastrosos como a “lei seca” Americana e a completa ineficácia da guerra global contra a produção e tráfico de droga, não seria de esperar que o Estado Português tivesse tido o bom senso de não enveredar pelo caminho das “proibições”? O que é que vem a seguir? A pena de morte? O fim da tourada? Proibição de grelhar ou fritar alimentos, pois esta actividade liberta carcinogénicos? Ou “apenas” a proibição da matança do porco, das colheres de pau e dos galheteiros? (Esperem lá! Isto se calhar já aconteceu, mas estávamos todos distraídos com o José Castelo-Branco, a Maddie, a crise económica, o Berardo e a Casa Pia)

Monday, January 21, 2008

Portugal NeoNazi III

Consoante os países, andar de mota é de entre 3 (EUA) a 60 (Reino Unido) vezes mais perigoso do que andar de carro. O valor médio para a generalidade das nações situa a taxa de mortalidade dos motociclistas num intervalo 20 a 30 vezes superior aos seus congéneres automobilistas.

Se a isto acrescentarmos as emissões de carbono, a poluição sonora e a irritante falta de civismo de muitos (não todos) motociclistas, com destaque especial para os entregadores de Pizzas voadores, não restam dúvidas que urge tomar medidas.

Tendo isto em conta e seguindo a tradição recente em que o Estado Português se propõe a substituir os cidadãos nas suas livre escolhas, proponho legislação que proíba a circulação de motociclos fora dos recintos de autódromos, eventos desportivos, circos e “poços da morte” em feiras populistas.

Sunday, January 20, 2008

Portugal NeoNazi II

Aqui está a prova de que a religião é muito mais nociva para a saúde do que o tabaco. Fumar moderadamente faz bem, comer beatas é que é cancerígeno. Como tal proponho que se limite o acesso de pessoas religiosas a locais fechados, em especial, onde possam existir menores em idades impressionáveis. Não seja irresponsável, proteja sempre as crianças!

Saturday, January 19, 2008

Portugal NeoNazi

A minha primeira sugestão para o continuado aperfeiçoamento saudável e discriminatório do país consiste na proibição de andar de carro sozinho(a). Alguém vota comigo? Mesmo que sejam (arrgh) não-fumadores, eu não me importo...